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Suspeito de matar motorista de transporte alternativo é preso, em Campina Grande

Crime aconteceu em junho de 2020. Motorista de transporte alternativo é morto a tiros enquanto esperava passageiro, em Campina Grande TV Paraíba/Reprodução Um homem foi preso na tarde desta quarta-feira (14) suspeito de matar o motorista de transporte alternativo, Joseilton Quirino, no dia 23 de junho de 2020, em Campina Grande. Motorista de transporte alternativo é morto a tiros, em Campina Grande A vítima era conhecida por Paredão e foi morta a tiros no ponto de embarque de passageiros onde trabalhava, próximo ao terminal rodoviário da cidade. Segundo informações da Polícia Militar repassadas no dia do crime, o motorista costumava fazer viagens com trajeto entre Campina Grande e João Pessoa. Ele morava no bairro Monte Castelo e era pai de quatro filhos. As investigações realizadas pela Delegacia de Homicídios chegaram a conclusão de que o crime foi cometido por um colega de trabalho da vítima. Ele foi preso no local do crime, onde também trabalhava. A delegada responsável pelo caso, Nercília Dantas, não deu detalhes sobre o crime e nem falou da motivação. O suspeito está detido na Central de Polícia à disposição da justiça. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
Thu, 15 Apr 2021 09:22:29 -0000
Mais de 50 cachorros ficam sem lar em Rio Claro após donos morrerem de Covid-19

Animais estão sob os cuidados de protetores da cidade que realizam uma campanha de adoção para encontrarem uma nova casa para os cães. Protetores de animais de Rio Claro fazem campanha de adoção para cães que ficaram sozinhos após donos morrerem de Covid-19 Giselle Pfeifer/Arquivo Pessoal Mais de 50 cachorros ficaram sozinhos depois que os donos deles, um casal de Rio Claro (SP), morreu em decorrência da Covid-19. Os cães estão na mesma casa, no Jardim Independência, e aguardam por adoção. Todos eles estão sob os cuidados dos protetores de animais da cidade. Da internação a morte dos donos, no final do mês de março, os cães foram cuidados e alimentados pela filha do casal, que também positivou para a doença. Protetores de animais de Rio Claro fazem campanha de adoção para cães, após donos morrerem de Covid Giselle Pfeifer/Arquivo Pessoal No entanto, como eram muitos, após o período de isolamento, os protetores da causa animal se uniram para realizar uma campanha de adoção dos cães, já que o imóvel onde eles estão é alugado e a casa precisa ser devolvida ao proprietário. Segundo a advogada e voluntária Giselle Pfeifer, os animais são vira-latas. Dos 68 cachorros deixados pelo casal, 15 já foram adotados. “Com a campanha, nós ganhamos muita ração e produto de limpeza. Todos os animais estão fazendo hemograma e recebendo os remédios para carrapatos. Hoje mesmo fizemos um mutirão, com três veterinários, para colher os exames dos animais”, explicou. Protetores de animais de Rio Claro fazem campanha de adoção para cães que ficaram sozinhos após donos morrerem de Covid-19 Giselle Pfeifer/Arquivo Pessoal Adoção Com ajuda das redes sociais, Giselle e outras dezenas de protetores da causa animal realizam uma campanha de adoção para que os cães encontrem um lar. “A gente posta as fotos nas redes sociais para divulgar.", disse. Os interessados em adotar um animal devem entrar em contato as protetoras Amanda e Giselle que estão cuidando do processo de adoção pelos telefones: (19) 99963-7511 ou (19) 98161-6373. Protetores e mais três veterinários fizeram mutirão para examinar cães em Rio Claro Giselle Pfeifer/Arquivo Pessoal Protetores de animais de Rio Claro fazem campanha de adoção para cães que ficaram sozinhos após donos morrerem de Covid-19 Giselle Pfeifer/Arquivo Pessoal Protetores de animais de Rio Claro fazem campanha de adoção para cães que ficaram sozinhos após donos morrerem de Covid-19 Giselle Pfeifer/Arquivo Pessoal Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
Thu, 15 Apr 2021 09:22:12 -0000
Empregada afirma que Henry saiu mancando após ficar trancado com Jairinho e que Monique dava remédios para a 'ansiedade' do filho
Na primeira vez que foi ouvida pela polícia, Leila Rosângela de Souza disse que os dois não costumavam ficar sozinhos no cômodo. Jairinho e Monique foram presos pela morte do filho dela, Henry Borel. VÍDEO: Faxineira de Monique Medeiros chega à delegacia para prestar depoimento A empregada do casal Monique e Jairinho, Leila Rosângela de Souza, confirmou que o ex-vereador Dr. Jairinho e Henry ficaram trancados por cerca de 10 minutos no quarto no dia 12 de fevereiro e que, ao deixar o cômodo, viu o menino mancando e com “cara de apavorado”. Agressões de Jairinho a Henry, segundo relatos da babá para Monique Empregada doméstica e irmã do Dr. Jairinho prestam depoimento Rosângela prestou novo depoimento na quarta-feira (14). Na primeira vez que foi ouvida pela polícia ela disse que os dois não costumavam ficar sozinhos no mesmo cômodo. A empregada disse também que o casal tomava muitos remédios e que Monique também dava medicação para Henry três vezes por dia porque ele era muito ansioso. A funcionária contou que estava na cozinha e que não ouviu nenhum barulho, mas que a babá Thayná Ferreira falou que Jairinho ligou a TV em um volume bastante alto. A empregada relatou ainda outros fatos: Disse que ouviu quando Thayná perguntou a Henry sobre o que havia acontecido, mas que o menino nada respondeu; Contou que Henry estava mancando, mas que não perguntou à Henry o motivo dele estar mancando; Que ouviu Thayná perguntar à Henry por que ele estava mancando e o menino respondeu que havia caído da cama e que seu joelho estava doendo; Que no domingo de carnaval, quando falou com Monique para saber quando deveria voltar ao apartamento para trabalhar, a mãe do menino lhe disse que quase voltou no dia anterior, ou seja, no sábado, porque "Henry teve um surto com Jairinho" e que "foi a maior discussão", mas ela conseguiu acalmá-lo e, portanto, ficaria até a segunda-feira. Essa semana, policiais ouviram um novo depoimento de Thayná sobre supostas agressões de Dr. Jairinho contra o menino. De acordo com a babá, Monique sabia das agressões contra o filho. Thayná disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. Caso Henry: irmã de Jairinho e empregada do casal dão depoimento à polícia O novo advogado de defesa de Monique Medeiros chegou, por volta das 14h, na 16ªDP (Barra da Tijuca), para pedir um novo depoimento e acesso ao conteúdo das investigações. “Nós pegamos o caso há apenas três dias. Precisamos colher novas informações, conversar com o delegado de polícia”, disse Thiago Minagé. Thiago, que já defendeu ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, assumiu a defesa de mulher de Dr. Jairinho esta semana. Relembre o caso VÍDEO: O que se sabe sobre a morte do menino Henry Borel, no Rio Initial plugin text MORTE DO MENINO HENRY BOREL×
Thu, 15 Apr 2021 09:20:46 -0000
Acesso à internet no DF salta de 71% para 92% da população em oito anos; Brasília mantém maior índice do país

Percentual é ainda maior entre estudantes, com 96,4%, segundo levantamento do IBGE, com base em dados de 2019. Apesar do destaque nacional, ainda havia 57 mil famílias offline na capital no período analisado. Acesso à internet na capital federal, em imagem de arquivo Jefferson Rudy/Agência Senado O percentual de moradores do Distrito Federal com acesso à internet passou de 71% para 92%, entre 2011 e 2019, o que equivale a 2,45 milhões de pessoas. Durante o período, a capital se manteve com o maior índice de conectados do país. É o que aponta um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), divulgada na quarta-feira (14), e considera o contato com a rede entre pessoas com mais de 10 anos. Segundo os dados, apesar do destaque nacional, ainda há cerca de 57 mil famílias offline na capital (saiba mais abaixo). Em 2019, Brasil tinha quase 40 milhões de pessoas sem acesso à internet, diz IBGE Guia do 5G: quando a tecnologia chegará ao Brasil? Veja perguntas e respostas De acordo com o levantamento, os estudantes são os mais conectados: 96,4% daqueles com mais de 10 anos – em 2011, esse percentual era de 92,1%. Já entre não estudantes, a web está presente na rotina de 90,8%. As taxas são as maiores do país nos dois grupos. O estudo aponta que a segunda posição no ranking brasileiro de acesso à internet em 2019 foi ocupada por São Paulo, com 86,4%, seguida do Rio de Janeiro, com 84,7%. Os dois estados e o DF estão acima da média nacional, que é de 78,3%. Offline Plano Piloto, no Distrito Federal, em imagem de arquivo TV Globo/Reprodução Em 2019, havia 57 mil famílias sem internet na capital – 5,6%. Entre elas, a maioria justificou que a falta é por conta do "alto custo do serviço" (36,7%). Enquanto o grupo offline tem renda mensal de R$986, em média, quem possui acesso à rede tem remuneração quase três vezes maior, R$2.631. Os principais motivos alegados por quem não está conectado são: Acesso caro: 36,7% Falta de interesse: 32,1% Nenhum morador sabia usar a internet: 22,8% Celular em alta População do Distrito Federal tem acesso gratuito à internet em wifi social na Praça do Relógio, em Taguatinga Tony Winston/Agência Brasília A principal finalidade das pessoas para acesso à internet na capital é enviar ou receber mensagens, 97%. Em seguida, está o consumo de vídeos em canais online e plataformas de streaming, com 94%. O celular é o principal meio para acessar a rede na capital: 99,6% entre os conectados. Mas o DF se destaca mais no uso de outros tipos de aparelho. Brasília tem os maiores índices de acesso por meio de computadores e tablets do país. De acordo com o relatório do IBGE, "a população residente em Brasília possui um maior acesso a diferentes equipamentos para acesso à rede". Apesar disso, esses aparelhos registram queda no uso ao longo dos anos, enquanto os smartphones ganham popularidade. Veja abaixo: Leia outras notícias da região no G1 DF.
Thu, 15 Apr 2021 09:19:50 -0000
Divulgado edital do IV Festival de Música da Paraíba

Inscrições devem ser feitas a partir desta sexta-feira (16) e seguem até o dia 31 de maio, por meio de um formulário eletrônico disponível no site do festival. Foto do II Festival de Música da Paraíba realizado no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa Thercles Silva/Funesc Foi divulgado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (15) o edital do IV Festival de Música da Paraíba, que acontecerá de forma virtual. O evento vai acontecer nos dias 3, 4 e 10 de setembro deste ano, no Teatro Paulo Pontes, dentro do Espaço Cultural, em João Pessoa. Confira o edital na página 20 do Diário Oficial do Estado As inscrições devem ser feitas a partir desta sexta-feira (16) e seguem até o dia 31 de maio, por meio de um formulário eletrônico disponível no site do festival. Os documentos necessários para o ato da inscrição estão disponível no edital. Como o evento acontecerá de forma virutal, apenas os músicos, concorrentes, equipes de produção e convidados em número limitado poderão estar presentes, seguindos todos os protocolos de segurança da Covid-19. Podem participar artistas paraibanos com residência comprovada no território estadual ou artistas de outros estados, desde que igualmente comprovem ser residentes na Paraíba há dois anos. Além disso, é preciso ter idade acima de 18 anos e se inscrever com música autoral inédita, uma vez que a natureza do festival é de revelação e valorização do artista autoral pois o evento cultural abre espaço para que eles possam apresentar ao público as suas criações inéditas. Quem venceu a edição anterior não pode participar. A divulgação da seleção dos participantes, após a curadoria, está prevista para o dia 5 de julho, com o sorteio da ordem nas eliminatórias ocorrente no dia 9 de julho. A premiação será oferecida apenas aos participantes da final, que acontece no dia 10 de setembro: 1º lugar: R$ 10.000,00 (dez mil reais) 2º lugar: R$ 7.000,00 (sete mil reais) 3º lugar: R$ 5.000,00 (cinco mil reais) Melhor intérprete: R$ 3.000,00 (três mil reais) Melhor canção pelo voto popular: crédito no valor de R$3.000 (três mil reais) para aquisição de equipamento ou instrumento musical Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
Thu, 15 Apr 2021 09:19:43 -0000
Homem é preso após agredir criança de 4 anos e deixá-la em pé o dia todo como forma de castigo em Ponta Grossa, diz polícia

Segundo a polícia, menina fez as necessidades fisiológicas na sala e foi punida com castigo. Policiais encontraram criança com lesões pelo corpo e autuaram homem em flagrante. Caso é investigado pela Polícia Civil Bruna Bronoski/RPC Ponta Grossa Um homem foi preso suspeito de ter agredido uma criança de quatro anos, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, na noite de quarta-feira (14). Segundo a Polícia Civil, o investigado também deixou a menina em pé o dia todo como forma de castigo. De acordo com a polícia, o homem de 27 anos foi autuado em flagrante por maus-tratos de vulnerável e constrangimento. Conforme as investigações, a criança é enteada dele. A polícia informou que a menina foi encontrada com várias lesões pelo corpo. Além disso, a criança precisou ficar em pé o dia todo, atrás de uma porta da casa, porque fez as necessidades fisiológicas na sala. A mãe da criança, de 26 anos, contou por meio de uma mensagem o que tinha acontecido para uma cunhada dela, que chamou a polícia. Os agentes foram até a casa, que fica no Centro da cidade, e confirmaram a denúncia. Segundo a polícia, a mãe da menina está com o homem há um ano e meio e não tem filhos com o suspeito. VÍDEOS: Paraná Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
Thu, 15 Apr 2021 09:17:29 -0000
Filme retrata acessos de raiva e falsas acusações relacionados ao Alzheimer

Há estratégias para lidar com o tipo de comportamento representado em “Meu pai”, candidato a seis Oscars Forte concorrente a uma estatueta, “Meu pai” disputa seis Oscars (a cerimônia será no fim do mês) e está disponível nas plataformas digitais desde a semana passada. Na trama, Anthony Hopkins vive um personagem que tem seu nome e sua idade – o ator completará 84 anos – em sua jornada sem volta na trilha da demência. O diretor Florian Zeller conduz a narrativa sob o ponto de vista do idoso, o que torna o filme ainda mais perturbador: com sintomas da Doença de Alzheimer, ele imagina pessoas que querem tomar seu apartamento, faz acusações sobre o sumiço do relógio e do quadro que emoldurava a lareira, e se envolve em embates sucessivos com a filha, interpretada por Olivia Colman. Anthony Hopkins, candidato a um Oscar de melhor ator por seu papel no filme “Meu pai” Divulgação Acessos de raiva e falsas acusações são comportamentos relacionados às demências que chocam quem é próximo do paciente. Para quem sofre com a doença, atividades corriqueiras podem se tornar complexas e levar a um estado de frustração e estresse, provocando rompantes de cólera. No entanto, há estratégias para lidar com a situação. Em primeiro lugar, é importante aceitar as limitações da pessoa, que tendem a se ampliar, e deixá-la fazer as coisas no seu ritmo. Às vezes, o simples estímulo para realizar uma tarefa se transforma no gatilho da crise, por isso uma outra precaução é reduzir o leque de decisões – do que haverá para comer à roupa que será usada. Um ambiente calmo e uma rotina sólida são aliados contra a agitação, o que inclui uma comunicação clara e direta, com frases curtas, mas sempre num tom positivo. Acusações infundadas são difíceis de lidar, principalmente quando se é o alvo delas, mas não tome como algo pessoal, nem se valha de argumentos racionais. Ponha-se no lugar de quem procura um objeto e se aflige porque não consegue encontrá-lo. Deixe que o idoso fale, expresse sua angústia, mantendo um tom acolhedor para distrai-lo. Quando esse é um comportamento recorrente, uma alternativa prática é ter itens em duplicata. Se a carteira é o objeto que mais “desaparece”, compre outra igual e ajude na caça ao tesouro. Em vez de tentar trazer o paciente de volta ao mundo real, entre na realidade dele.
Thu, 15 Apr 2021 09:01:04 -0000
Número de ações trabalhistas envolvendo a Covid-19 chega a 24 mil

Processos nas Varas do Trabalho são de pessoas pedindo direitos como verbas rescisórias e FGTS, e estão relacionados à doença causada pelo coronavírus. Número representa menos de 2% do total de ações no período. Quase 24 mil brasileiros já recorreram à Justiça do Trabalho em ações relacionadas à pandemia do coronavírus. Segundo levantamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST), desde o ano passado até o mês de março deste ano, foram registradas 23.938 ações trabalhistas nas Varas do Trabalho com o assunto Covid-19. Nesses processos, trabalhadores pedem direitos como verbas rescisórias e FGTS, por exemplo. O número, no entanto, representa menos de 2% do total de ações lançadas nas Varas de Trabalho no período, de 1.757.566. Em 2020, foram 21.824 ações com o assunto Covid-19 do total de 1.451.963 novos casos nas Varas de Trabalho. Já nos três primeiros meses deste ano, foram 2.114, do total de 305.603. Os meses de maio e junho foram os que registraram os maiores números de ações nas Varas de Trabalho, com mais de 4 mil em cada. Já a partir de julho, o número passou a recuar. Veja abaixo o número de novas ações com o assunto Covid-19 e o total de novos processos mês a mês: Ações nas Varas de Trabalho Economia G1 Enquanto o número total de ações em primeira instância diminuiu 26% de março para abril do ano passado, os pedidos relacionados à doença tiveram alta de 320%. Já entre abril e maio, o aumento de ações com o tema Covid-10 foi de 65,5%, bem acima da alta no número total de ações, que foi de 1,22%. RS e PE, indústria e transporte lideram ações As Regiões Judiciárias com maior número de ações relacionadas ao coronavírus são Rio Grande do Sul e Pernambuco, seguidos de São Paulo e Santa Catarina. Veja na tabela abaixo: Ações com o assunto Covid-19 por regiões judiciárias Economia G1 De acordo com o levantamento, os setores da indústria, transporte e comércio registraram o maior número de reclamações trabalhistas, respondendo a 40% do total (9.579 ações). Veja os casos novos nas Varas de Trabalho com o assunto Covid-19 por categoria econômica do empregador: Indústria: 3.619 (3.335 em 2020 e 284 em 2021) Transporte: 3.110 (2.864 em 2020 e 246 em 2021) Comércio: 2.850 (2.575 em 2020 e 275 em 2021) Turismo, hospitalidade e alimentação: 2.535 (2.332 em 2020 e 203 em 2021) Serviços diversos: 2.250 (2.052 em 2020 e 198 em 2021) Administração pública: 915 (767 em 2020 e 148 em 2021) Seguridade social: 852 (764 em 2020 e 88 em 2021) Sistema financeiro: 848 (778 em 2020 e 70 em 2021) Comunicação: 684 (625 em 2020 e 59 em 2021) Educação, cultura e lazer: 603 (529 em 2020 e 74 em 2021) Empresas de processamento de dados: 238 (231 em 2020 e 7 em 2021) Serviços urbanos: 228 (207 em 2020 e 21 em 2021) Serviços domésticos: 214 (185 em 2020 e 29 em 2021) Agropecuária, extração vegetal e pesca: 196 (189 em 2020 e 7 em 2021) Outros: 4.796 (4.391 em 2020 e 405 em 2021) No ranking das Varas do Trabalho com maior número de ações envolvendo a Covid-19, Lages (SC) e Igarassu (PE) lideram. Veja abaixo: Lages (SC) - 3ª Vara (TRT12): 989 Igarassu (PE) - 1ª Vara (TRT06): 715 Lages (SC) - 2ª Vara (TRT12): 669 Igarassu (PE) - 2ª Vara (TRT06): 564 Osório (RS) - 1ª Vara (TRT04): 544 Diadema (SP) - 2ª Vara (TRT02): 537 Quixadá (CE) - 1ª Vara (TRT07): 516 Cascavel (PR) - 4ª Vara (TRT09): 257 Santa Cruz do Rio Pardo (SP) - 1ª Vara (TRT15): 254 Taquara (RS) - 3ª Vara (TRT04): 251 Entre os assuntos mais frequentes nas reclamações trabalhistas, pagamento de verbas rescisórias e liberação do FGTS lideram o ranking. Veja abaixo: Multa do artigo 477 da CLT (atraso no pagamento das verbas rescisórias): 3.846 ações Levantamento / Liberação do FGTS: 3.618 ações Férias proporcionais: 3.499 ações 13º salário proporcional: 3.210 ações Multa do artigo 467 da CLT (não quitação de verbas rescisórias): 3.187 ações Depósito / Diferença de Recolhimento do FGTS: 2.512 ações Saldo de salário: 2.490 ações Adicional de horas extras: 2.105 ações Indenização / Dobra / Terço Constitucional: 1.773 ações Rescisão indireta: 1.756 ações Razões para ir à Justiça Advogados trabalhistas apontam que o desemprego está entre as principais razões para o aumento da judicialização durante a pandemia e alertam que o impacto deve ser ainda maior a longo prazo. Veja os principais motivos para o aumento das ações na Justiça apontados pelos especialistas: desemprego pressa por conta do medo de as empresas irem à falência condições de trabalho em meio à pandemia redução de salários suspensão dos contratos de trabalho reconhecimento da Covid-19 como doença ocupacional insegurança jurídica A expectativa dos advogados é de que o número de ações cresça ainda mais decorrente da crise causada pela pandemia, que neste momento passa por um agravamento sem precedentes. Para Ruslan Stuchi, sócio do escritório Stuchi Advogados, há pressa por parte dos trabalhadores que perdem os postos de trabalho por conta do medo de as empresas irem à falência e não arcarem com os direitos trabalhistas. "O fato de não ser possível saber quais empresas permanecerão ativas depois que a pandemia passar faz com que os empregados não esperem muito para abrir novos processos", opina. O advogado analisa que o número de ações poderia ser ainda mais alto se a reforma trabalhista não tivesse determinado que a parte perdedora dos processos é responsável por pagar, para os advogados da parte vencedora, os chamados honorários de sucumbência. Em abril do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a Covid-19 deve ser considerada uma enfermidade vinculada ao trabalho, o que, segundo os advogados, favoreceu trabalhadores de atividades consideradas essenciais e que são expostos de forma constante ao vírus e também teve impacto na judicialização. O professor e advogado Fernando de Almeida Prado, sócio do BFAP Advogados, relata que a pandemia tem motivado não apenas ações individuais. “As ações coletivas, ajuizadas por sindicatos ou pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), buscam condenar as empresas a tomarem consistentes medidas de segurança, a maioria não prevista nas normas trabalhistas”, afirma.
Thu, 15 Apr 2021 09:01:03 -0000
Técnica de enfermagem supera Covid, mas perde avós e irmã em 17 dias: 'Dormi e acordei com o mundo de cabeça para baixo'

Moradora de Jaguariúna (SP), Emanuelle Cristine Tomaz, de 34 anos, chegou a ficar 18 dias intubada e ainda luta contra sequelas deixada pela doença. Família devastada: Emanuelle Tomaz (à direita) perdeu a irmã Hellen Gabrielle Tomaz e os avós Valdemar e Regina Tomaz Emanuelle Cristine Tomaz/Arquivo Pessoal A Covid-19 deixou muito mais do que sequelas na vida da técnica de enfermagem Emanuelle Tomaz, de 34 anos, moradora de Jaguariúna (SP). A doença que a manteve 18 dias intubada matou, em um intervalo de 17 dias, os avós e a irmã. Todos moravam na mesma casa. “Infelizmente tive todas essas perdas em um curto intervalo de tempo, dormi e acordei com o mundo de cabeça para baixo. Três pedaços de nós acabaram indo e hoje só fica a saudade”, diz. Os avós da profissional da saúde, Valdemar e Regina Tomaz, de 79 a 78 anos, morreram em um intervalo de apenas um dia (19 e 20 de março). Já a irmã, a técnica de nutrição Hellen Tomaz, de 31 anos, veio a óbito em 5 de abril. Emanuelle que apresentou sintomas da doença seis dias após tomar a 2ª dose da vacina contra a Covid-19, acredita ter sido infectada pela avó, que tinha acabado de voltar de Campinas (SP), cidade vizinha a Jaguariúna. “Estava cuidando da minha avó que já estava com o vírus há alguns dias”, explica. De acordo com especialistas, o sistema imunológico leva, em média, duas semanas para criar anticorpos neutralizantes, capazes de barrar a entrada do vírus nas células. Por isso, a recomendação dos médicos é que todos os cuidados para evitar a disseminação do vírus sejam mantidos mesmo após a vacinação, como o uso de máscara e a higienização das mãos. Intervalo entre doses da CoronaVac recomendado em SP é de 14 a 28 dias, mas eficácia é maior acima de 21 dias; veja dúvidas mais comuns 'Pessoas amadas' Emanuelle conta que a avó foi a primeira a sentir os sintomas, e como toda a família mora na mesma casa, logo todos foram contaminados. “Começou pela minha avó, depois foi eu, no dia seguinte meu avô, na sequência minha irmã e por último minha prima, que também mora aqui com a gente e só apresentou sintomas leves”, lembra. A prima, aliás, contraiu a Covid-19 pela segunda vez. Somente os pais e a filha de Emanuelle (ao centro) não foram infectadas pela Covid-19 Emanuelle Cristine Tomaz/Arquivo Pessoal Os únicos que moram no imóvel e não contraíram a Covid-19 foram os pais da técnica de enfermagem e sua filha de 8 anos. Todos os infectados apresentaram, no começo, sintomas leves como tosse, cansaço, dor de cabeça e febre. Como os quatro pertenciam ao grupo de risco, logo os sintomas evoluíram e todos precisaram ficar internados. A avó de Emanuelle ficou 17 dias internada, e o avô 13 dias. “Na noite que minha avó faleceu, os médicos contam que meu avô acordou e chamou por ela”, conta Emanuelle. Já a irmã da técnica de enfermagem ficou 28 dias intubada, chegou a realizar uma traqueostomia, mas não resistiu e morreu no dia 5 de abril. Ainda assimilando tantas perdas, Emanuelle lembra com carinho dos avós e da irmã. “Difícil descrever pessoas que amamos e perdemos há pouco tempo, mas são pessoas amadas, felizes, sorridentes, de bem com vida, que amavam viver cada momento como se fossem únicos, tinham sede por viver e por onde passavam, deixavam seu carisma e sua alegria, assim como são lembrados por todos que os conheceram em vida.” Recuperação Apesar da alta hospitalar da Covid-19, a profissional de saúde ainda apresenta sequelas da doença. Segundo Emanuelle, o processo de recuperação tem sido bem lento. "Tive alta e mal consegui me mexer. O uso das medicações durante a intubação me fizeram perder mais de 10 quilos", relata. Atualmente ela realiza sessões de fisioterapia periódicas para recuperar a função motora. - Veja, abaixo, vídeo do dia em a profissional de saúde recebeu alta do hospital. Técnica de enfermagem recebe alta após 18 dias intubada devido a Covid-19 em Jaguariúna Com o conhecimento profissional e a experiência trágica vivida, Emanuelle faz um apelo às pessoas para que se cuidem. “Gostaria de pedir e reforçar a todos para redobrar o cuidado, infelizmente o vírus está no ar. Cuidem-se, usem máscara, lavem as mãos, abusem do uso de álcool em gel e ao chegar da rua, coloquem as roupas para lavar e tome banho”, explica. Técnica em enfermagem ao lado da filha, após receber alta depois de ficar intubada durante 18 dias no Hospital Municipal da cidade Emanuelle Cristine Tomaz/Arquivo Pessoal *Sob supervisão de Fernando Evans VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Thu, 15 Apr 2021 09:00:57 -0000
Desenrola, Rio #83: a obra inacabada e o futuro do metrô

Edimilson conversa sobre a situação atual e o futuro do transporte com Guilherme Ramalho, presidente da concessionária Metrô Rio. A construção da Estação Gávea do metrô está parada desde 2015. Esta semana, o jornalista Edimilson Ávila entrou na obra abandonada embaixo da terra. O buraco não é só no chão, é também na malha ferroviária, o que impacta o sistema de transportes da cidade. Neste episódio, Edimilson conversa sobre a situação atual e o futuro do metrô com Guilherme Ramalho, presidente da concessionária Metrô Rio. Você pode ouvir Desenrola, Rio no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Deezer ou no Apple Podcasts. Assine ou siga Desenrola, Rio, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Ouça os outros episódios Desenrola, Rio #01: desemprego Desenrola, Rio #02: cachorro na praia, pode? Desenrola, Rio #03: por que o comércio vai de mal a pior? Desenrola, Rio #04: e se o RJ sair do regime de recuperação fiscal? Desenrola, Rio #05: o uso da força em operações policiais Desenrola, Rio #06: O impasse do sambódromo e o próximo carnaval Desenrola, Rio #07: O drama dos ex-alunos da Gama Filho e UniverCidade tem solução? Desenrola, Rio #08: Sérgio Cabral vai ficar preso para sempre? Desenrola, Rio #09: Estado tem maior taxa de mortalidade em hospitais do país Desenrola, Rio #10: O VLT tem jeito? Desenrola, Rio #11: a novela da Linha Amarela Desenrola, Rio #12: Por que a cidade sofre tanto com temporais? Desenrola, Rio #13: A importância da vacina contra o sarampo Desenrola, Rio #14: O que explica o sucesso do Flamengo? Desenrola, Rio #15: Como o dinheiro do petróleo pode ajudar o Rio? Desenrola, Rio #16: Uma cartilha para prevenção da violência Desenrola, Rio #17: Por que a cidade vive tantas crises na Saúde? Desenrola, Rio #18: As mortes no trânsito Desenrola, Rio #19: Por que não conseguimos despoluir a Baía de Guanabara? Desenrola, Rio #20: O monitoramento de crises no Rio Desenrola, Rio #21: Estado pode viver epidemia de sarampo Desenrola, Rio #22: Como estamos nos preparando para o coronavírus? Desenrola, Rio #23: Como se preparar para temporais cada vez mais frequentes? Desenrola, Rio #24: entrevista com a secretária municipal de Saúde Desenrola, Rio #25: Não é não! Desenrola, Rio #26: Qual o futuro do carnaval? Desenrola, Rio #27: Como o estado se prepara para a pandemia de Covid-19 Desenrola, Rio #28: As consequências para a economia do Rio com o coronavírus Desenrola, Rio #29: A reação do Rio ao discurso de Bolsonaro Desenrola, Rio #30: os termos que envolvem o coronavírus Desenrola, Rio #31: Quanto o Rio precisa para sobreviver à pandemia? Desenrola, Rio #32: o estado está chegando perto do pico da epidemia? 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Desenrola, Rio #74: Como fazer um bom currículo Desenrola, Rio #75: a impunidade causada pela lentidão da Justiça Desenrola, Rio #76: as variantes estão entre nós - e agora? Desenrola, Rio #77: como vai funcionar o auxílio emergencial estadual? Desenrola, Rio #78: perspectivas do estado que fechou 6 mil lojas em 2020 Desenrola, Rio #79: a nova cara da cidade depois da pandemia Desenrola, Rio #80: os leitos no limite Desenrola, Rio #81: Os desafios no transporte público Desenrola, Rio #82: A psicologia da aglomeração Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
Thu, 15 Apr 2021 09:00:55 -0000

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